
Na quinta-feira passada, participei de um programa muito peculiar: ir ao cinema com mais dois amigos (isso mesmo, no masculino) e assistir “Lua Nova”. Logo na entrada, percebi o público-alvo muito bem definido do filme: mulheres. Lá estávamos nós em um cinema cheio de mulheres que gritavam a cada aparição de um homem semi-nu, alguns homens acompanhando suas namoradas, outros pais atenciosos levando